Entrevista da PressCell no jornal Brasil Economico.

 

A Presscell planeja atingir uma receita de R$ 3 milhões este ano, cerca de 50% superior à obtida no ano passado.

A empresa fornece a brasileiros que viajam ao exterior linhas celulares e modems de acesso à internet em mais de 30 países.

A vantagem é o preço, diz Rodrigo Faro, diretor comercial da empresa. O serviço representa uma economia de até 70% frente às tarifas de roaming internacional cobradas pelas operadoras de telecomunicações, diz.

Como funciona o negócio da Presscell?

Temos acordos com operadoras no exterior. Por contratar um volume grande de minutos, consigo revender o serviço a meus clientes por preço excelente, apesar da margem de rentabilidade de 25% a 30% .

 

 
 

O que faz os clientes contratarem seus serviços se poderiam comprar chips no exterior?

O chip que se compra no exterior é pré-pago e os executivos fogem de celulares pré-pagos porque usam o telefone para negócios. Não dá para trabalhar se o crédito acaba no meio de uma negociação.

Cerca de 70% dos meus clientes são empresas, parte tem contrato de comodato conosco, e o restante contrata temporariamente, por aluguel.

Além disso, não somos só uma revenda de minutos, porque o cliente contrata nosso serviço de suporte. Somos parte de um grupo de empresas que presta esse tipo de serviço em todo o mundo.

Temos parceiros em mais de 30 países. Recentemente, o celular de um executivo brasileiro caiu em um vaso sanitário no Japão. Em 24 horas demos um aparelho novo para ele.

Quantas linhas a Presscell tem e de que países?

São cerca de 3 mil linhas, das quais aproximadamente 1,5 mil nos Estados Unidos, China, França, Argentina e Inglaterra. Temos cerca de mil clientes. A crise de 2008 nos ajudou porque as empresas buscaram cortar 

 
 

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